Linguística e Documentação: blog sobre o tema para atividades didáticas, divulgação e troca de informação com alunos e colegas.
sexta-feira, agosto 23, 2013
quinta-feira, março 31, 2011
Saussure e estudos linguísticos
Leiam o artigo:
SAUSSURE, OS ESTUDOS LINGÜÍSTICOS NO SÉCULO XX E A
LINGUÍSTICA APLICADA por Hilda Rodrigues da Costa.
Resumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar, ainda que de
maneira sucinta, as contribuições de Ferdinand de Saussure para os estudos
lingüísticos, em especial a Lingüística Aplicada. Para tanto, nos apoiaremos
nos conceitos de sincronia e diacronia e de signo lingüístico, fazendo um
breve recorte historiográfico da Lingüística no século XX.
SAUSSURE, OS ESTUDOS LINGÜÍSTICOS NO SÉCULO XX E A
LINGUÍSTICA APLICADA por Hilda Rodrigues da Costa.
Resumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar, ainda que de
maneira sucinta, as contribuições de Ferdinand de Saussure para os estudos
lingüísticos, em especial a Lingüística Aplicada. Para tanto, nos apoiaremos
nos conceitos de sincronia e diacronia e de signo lingüístico, fazendo um
breve recorte historiográfico da Lingüística no século XX.
Marcadores:
Estruturalismo,
Linguistica,
Saussure
quarta-feira, outubro 13, 2010
Elementos de Terminologia
Os elementos de Terminologia para a Linguistica e Documentação. Material didático desenvolvido pela profa. Marilda Lara da ECA/USP.
Marcadores:
Documentação,
Linguistica,
Terminologia
segunda-feira, setembro 15, 2008
Material para os alunos
Apresentação da aula do dia 17/09.
(lembrem-se de ler pelo menos o capítulo 2 do livro Teoria Linguistica até a página 41.)
Material de leitura para a aula do dia 24/09. Levem uma cópia impressa para trabalharmos em aula.
Programa da disciplina atualizado.
(lembrem-se de ler pelo menos o capítulo 2 do livro Teoria Linguistica até a página 41.)
Material de leitura para a aula do dia 24/09. Levem uma cópia impressa para trabalharmos em aula.
Programa da disciplina atualizado.
segunda-feira, setembro 08, 2008
Aula do dia 10/09/08
Vejam os slides da próxima aula.
Leiam conforme combinado em sala, pelo menos 1 capítulo da dissertação sobre Otlet que está na bibliografia do Programa da Disciplina.
Leiam conforme combinado em sala, pelo menos 1 capítulo da dissertação sobre Otlet que está na bibliografia do Programa da Disciplina.
domingo, setembro 07, 2008
quinta-feira, agosto 14, 2008
Oficinas de Indexação
Abaixo as apresentações das Oficinas de Indexação que ocorrerrão nas próximas aulas.
Oficina de Indexação I
Oficina de Indexação II
Oficina de Indexação I
Oficina de Indexação II
Marcadores:
Apresentação de slides,
Oficina de Indexação
quinta-feira, agosto 07, 2008
Sociedade contemporrânea e web 2.0
Vejam no You tube, videos sobre Web 2.0
Web 2.0 - A máquina somos nós
Web 2.0 - La revolución social - em espanhol
Web 2.0 - A máquina somos nós
Web 2.0 - La revolución social - em espanhol
Material para a aula 2 - levem impresso
Pessoal,
Envio a apresentação da próxima aula dia 13/08.
Levem a apresentação impressa, e mais importante imprimam o artigo abaixo e levem para a aula.
KOBASHI, N. Y; TÁLAMO, M. F. G. M. Informação: fenômeno e objeto de estudo da sociedade contemporânea. Campinas, Transinformação, v. 15, ed. Esp. p. 7-21, 2003. Disponível em: < http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=5>.
Envio a apresentação da próxima aula dia 13/08.
Levem a apresentação impressa, e mais importante imprimam o artigo abaixo e levem para a aula.
KOBASHI, N. Y; TÁLAMO, M. F. G. M. Informação: fenômeno e objeto de estudo da sociedade contemporânea. Campinas, Transinformação, v. 15, ed. Esp. p. 7-21, 2003. Disponível em: < http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=5>.
Marcadores:
Apresentação de slides,
Material de leitura
terça-feira, julho 22, 2008
Algumas definições importantes para lingüística

Definições
Linguagem é a faculdade que o homem tem de se exprimir e comunicar por meio diversos.
Cada povo exerce essa capacidade através de um determinado código lingüístico, ou seja, utilizando um sistema de signos vocais distintos e significativos, a que se dá o nome de língua ou idioma.
A língua é um veículo do conhecimento humano e a base do patrimônio cultural de um povo.
A utilização da língua pelo indivíduo denomina-se fala. A fala nasce da necessidade de comunicação do ser humano
A língua não é um sistema intangível, imutável; como toda criação humana, está sujeita `a ação do tempo e do espaço geográfico, sobre constantes alterações e reflete forçosamente as diferenças individuais dos falantes.
A história, o registro e a sistematização dos fatos da língua constituem a Gramática.
A Gramática Histórica estuda a origem e a evolução de uma língua, acompanhando-lhe os passos desde o seu alvorecer até a época atual.
A Gramática Normativa enfoca a língua como é falada em determinada fase de sua evolução: faz registro sistemático dos fatos lingüisticos e dos meios de expressão, aponta normas para a correta utilização oral e escrita do idioma, em suma ensina a falar e escrever a língua padrão corretamente.
De acordo com os diferentes aspectos sob os quais se podem encarar os fatos lingüisticos, divide-se a Gramática em cinco partes distintas:
1) A fonética considera a palavra sob o aspecto acústico ou sonoro, tratando:
Dos fonemas ou sons que formam as sílabas e os vocábulos (como se produzem, classificam e agrupam);
Da pronúncia correta das palavras, ou seja, da correta emissão e articulação dos fonemas (ortoépia);
Da exata acentuação tônica das palavras (prosódia)
Da figuração gráfica dos fonemas ou a escrita correta das palavras (ortografia)
2) A morfologia ocupa-se das diversas classes de palavras, isoladamente, analisando-lhes a estrutura, a formação, as flexões e propriedades.
3) É objetivo da sintaxe o estudo das palavras associadas na frase. Examina:
A função das palavras e das orações no período ( análise sintática);
As relações de dependência das palavras na oração, sob o aspecto da subordinação (sintaxe de regência);
As relações de dependência das palavras sob o angulo da flexão (sintaxe de concordância)
A disposição ou ordem das palavras e das orações no período (sintaxe de colocação)
4) A semântica tem como objetivo o estudo da significação das palavras. Pode ser descritiva ou histórica. A semântica descritiva estuda a significação atual das palavras; a semântica histórica se ocupa com a evolução do sentido das palavras através dos tempos.
5) A estilística trata, essencialmente, do estilo, ou seja dos diversos processos expressivos próprios para sugestionar, despertar o sentimento estético e a emoção. Esses processos resumem-se no que chamamos de figuras de linguagem. A estilística, em outras palavras, visa o lado estético e emocional da atividade lingüistica, em oposição ao aspecto intelectivo. (CEGALHA, D. P. Novíssima gramática da língua portuguesa)
Linguística
estudo das línguas, nas suas relações e nos seus princípios, leis fonéticas e semânticas, morfologia, raízes, etc.;estudo histórico e comparativo das línguas;
Semântica
do Gr. semantiké, da significação
estudo da linguagem humana do ponto de vista do significado das palavras e dos enunciados; semasiologia; sematologia; na linguística moderna é a disciplina que estuda as palavras e os enunciados como sendo objetos abstratos com um conjunto de propriedades e entre os quais se estabelecem relações que se definem nos termos predicação, tempo, aspecto, modalidade, valores de verdade, etc..
Lexicologia
do Gr. léxikon, léxico + lógos, estudo
estudo da etimologia das palavras, dos elementos que as compõem e das suas diversas acepções.
Lexicografia
do Gr. léxikon, léxico + graph, r. de gráphein, descrever
recensão e estudo dos vocábulos de uma língua considerados na sua forma e no seu significado.
Semiologia e Semiótica
A semiologia, segundo Ferdinand Saussure, é o estudo da vida dos signos no seio da vida social; ela engloba a lingüística e se integra na psicologia, como ramo da psicologia social.
A Semiologia foi sugerida por Ferdinand de Saussure, lingüísta suíço, no seu "Curso de Lingüística Geral" proferido na Universidade de Genebra no começo do nosso século, quando criou as bases ainda hoje respeitáveis da lingüística moderna.
Sua sugestão foi adotada, seguida e desenvolvida principalmente através de um grupo de intelectuais europeus centrados especialmente na França, que recebeu o nome de Estruturalismo pois seus membros adotaram, para a prática das ciências humanas em geral, o método estruturalista praticado por Saussure na sua criação da Lingüística Moderna.
Um dos grandes nomes na Semiologia é Umberto Eco, reconhecido por seus trabalhos no campo das comunicações, da estética e da semiótica. Como semioticista, nas obras "A Estrutura Ausente" e "As Formas do Conteúdo", sua produção é particularmente importante pelos desenvolvimentos que proporciona e pela estruturação que tem procurado dar aos recentes e às vezes conflitantes avanços da pesquisa especializada. Seu livro "Tratado Geral de Semiótica", além de constituir-se numa verdadeira suma das principais abordagens do tema, consegue delinear uma teoria global de lingüística, de lógica, das linguagens naturais, da retórica, da estética, da filosofia da linguagem e da teoria da percepção, reunidos em uma reorganização articulada e sistemática.
A semiótica (do grego semeiotiké, (arte) dos sinais, sintomas) é a ciência dos signos e da semiose, ou seja, do processo de significação na natureza e na cultura. A ciência é relativamente nova e teve como maiores expoentes o americano Charles S. Peirce e o suíço Ferdinand de Saussure.
A semiótica, também chamada semiologia (apesar de muitos teóricos diferenciarem os dois termos), origina-se em pensadores como Platão e Santo Agostinho. No início do século XX com os trabalhos paralelos de Ferdinand de Saussure e C. S. Peirce, essa ciência começa a ganhar seu caráter moderno. Às vezes a semiótica é considerada parte da lingüística, e às vezes a lingüística é considerada parte da semiótica.
Segundo outros autores, a semiótica não foi nunca considerada parte da lingüística.
De fato, desenvolveu-se quase exclusivamente graças ao trabalho de não-lingüistas, particularmente na França, onde é freqüentemente considerada uma disciplina importante. No mundo de língua inglesa, não desfruta praticamente de nenhum reconhecimento institucional.
Embora a língua seja considerada o caso paradigmático de sistema de signos, grande parte da pesquisa semiótica se concentrou na análise de domínios tão variados como a propaganda, o cinema e os mitos. A influência do conceito lingüístico central de estruturalismo, que é mais uma contribuição de Saussure, levou os semioticistas a tentar interpretações estruturalistas de um amplo leque de fenômenos.
Objetos de estudo, como um filme ou um ciclo de mitos são encarados como textos que comunicam significados, e esses significados assume-se que derivam da interação ordenada de elementos portadores de sentido, os signos, que estão eles mesmos encaixados num sistema estruturado, de maneira parcialmente análoga aos elementos portadores de significado em uma língua. Quando busca uma ênfase deliberada na natureza social dos sistemas de signos examinados, a semiótica tende a ser altamente crítica e abstrata e, vez por outra, parece demasiado filosófica, o que é um desafio intelectual instigante. Nos últimos anos, porém, os semioticistas se voltaram cada vez mais para o estudo da cultura popular, e o tratamento semiótico das novelas de televisão e da música pop são hoje um lugar comum.
Linguagem é a faculdade que o homem tem de se exprimir e comunicar por meio diversos.
Cada povo exerce essa capacidade através de um determinado código lingüístico, ou seja, utilizando um sistema de signos vocais distintos e significativos, a que se dá o nome de língua ou idioma.
A língua é um veículo do conhecimento humano e a base do patrimônio cultural de um povo.
A utilização da língua pelo indivíduo denomina-se fala. A fala nasce da necessidade de comunicação do ser humano
A língua não é um sistema intangível, imutável; como toda criação humana, está sujeita `a ação do tempo e do espaço geográfico, sobre constantes alterações e reflete forçosamente as diferenças individuais dos falantes.
A história, o registro e a sistematização dos fatos da língua constituem a Gramática.
A Gramática Histórica estuda a origem e a evolução de uma língua, acompanhando-lhe os passos desde o seu alvorecer até a época atual.
A Gramática Normativa enfoca a língua como é falada em determinada fase de sua evolução: faz registro sistemático dos fatos lingüisticos e dos meios de expressão, aponta normas para a correta utilização oral e escrita do idioma, em suma ensina a falar e escrever a língua padrão corretamente.
De acordo com os diferentes aspectos sob os quais se podem encarar os fatos lingüisticos, divide-se a Gramática em cinco partes distintas:
1) A fonética considera a palavra sob o aspecto acústico ou sonoro, tratando:
Dos fonemas ou sons que formam as sílabas e os vocábulos (como se produzem, classificam e agrupam);
Da pronúncia correta das palavras, ou seja, da correta emissão e articulação dos fonemas (ortoépia);
Da exata acentuação tônica das palavras (prosódia)
Da figuração gráfica dos fonemas ou a escrita correta das palavras (ortografia)
2) A morfologia ocupa-se das diversas classes de palavras, isoladamente, analisando-lhes a estrutura, a formação, as flexões e propriedades.
3) É objetivo da sintaxe o estudo das palavras associadas na frase. Examina:
A função das palavras e das orações no período ( análise sintática);
As relações de dependência das palavras na oração, sob o aspecto da subordinação (sintaxe de regência);
As relações de dependência das palavras sob o angulo da flexão (sintaxe de concordância)
A disposição ou ordem das palavras e das orações no período (sintaxe de colocação)
4) A semântica tem como objetivo o estudo da significação das palavras. Pode ser descritiva ou histórica. A semântica descritiva estuda a significação atual das palavras; a semântica histórica se ocupa com a evolução do sentido das palavras através dos tempos.
5) A estilística trata, essencialmente, do estilo, ou seja dos diversos processos expressivos próprios para sugestionar, despertar o sentimento estético e a emoção. Esses processos resumem-se no que chamamos de figuras de linguagem. A estilística, em outras palavras, visa o lado estético e emocional da atividade lingüistica, em oposição ao aspecto intelectivo. (CEGALHA, D. P. Novíssima gramática da língua portuguesa)
Linguística
estudo das línguas, nas suas relações e nos seus princípios, leis fonéticas e semânticas, morfologia, raízes, etc.;estudo histórico e comparativo das línguas;
Semântica
do Gr. semantiké, da significação
estudo da linguagem humana do ponto de vista do significado das palavras e dos enunciados; semasiologia; sematologia; na linguística moderna é a disciplina que estuda as palavras e os enunciados como sendo objetos abstratos com um conjunto de propriedades e entre os quais se estabelecem relações que se definem nos termos predicação, tempo, aspecto, modalidade, valores de verdade, etc..
Lexicologia
do Gr. léxikon, léxico + lógos, estudo
estudo da etimologia das palavras, dos elementos que as compõem e das suas diversas acepções.
Lexicografia
do Gr. léxikon, léxico + graph, r. de gráphein, descrever
recensão e estudo dos vocábulos de uma língua considerados na sua forma e no seu significado.
Semiologia e Semiótica
A semiologia, segundo Ferdinand Saussure, é o estudo da vida dos signos no seio da vida social; ela engloba a lingüística e se integra na psicologia, como ramo da psicologia social.
A Semiologia foi sugerida por Ferdinand de Saussure, lingüísta suíço, no seu "Curso de Lingüística Geral" proferido na Universidade de Genebra no começo do nosso século, quando criou as bases ainda hoje respeitáveis da lingüística moderna.
Sua sugestão foi adotada, seguida e desenvolvida principalmente através de um grupo de intelectuais europeus centrados especialmente na França, que recebeu o nome de Estruturalismo pois seus membros adotaram, para a prática das ciências humanas em geral, o método estruturalista praticado por Saussure na sua criação da Lingüística Moderna.
Um dos grandes nomes na Semiologia é Umberto Eco, reconhecido por seus trabalhos no campo das comunicações, da estética e da semiótica. Como semioticista, nas obras "A Estrutura Ausente" e "As Formas do Conteúdo", sua produção é particularmente importante pelos desenvolvimentos que proporciona e pela estruturação que tem procurado dar aos recentes e às vezes conflitantes avanços da pesquisa especializada. Seu livro "Tratado Geral de Semiótica", além de constituir-se numa verdadeira suma das principais abordagens do tema, consegue delinear uma teoria global de lingüística, de lógica, das linguagens naturais, da retórica, da estética, da filosofia da linguagem e da teoria da percepção, reunidos em uma reorganização articulada e sistemática.
A semiótica (do grego semeiotiké, (arte) dos sinais, sintomas) é a ciência dos signos e da semiose, ou seja, do processo de significação na natureza e na cultura. A ciência é relativamente nova e teve como maiores expoentes o americano Charles S. Peirce e o suíço Ferdinand de Saussure.
A semiótica, também chamada semiologia (apesar de muitos teóricos diferenciarem os dois termos), origina-se em pensadores como Platão e Santo Agostinho. No início do século XX com os trabalhos paralelos de Ferdinand de Saussure e C. S. Peirce, essa ciência começa a ganhar seu caráter moderno. Às vezes a semiótica é considerada parte da lingüística, e às vezes a lingüística é considerada parte da semiótica.
Segundo outros autores, a semiótica não foi nunca considerada parte da lingüística.
De fato, desenvolveu-se quase exclusivamente graças ao trabalho de não-lingüistas, particularmente na França, onde é freqüentemente considerada uma disciplina importante. No mundo de língua inglesa, não desfruta praticamente de nenhum reconhecimento institucional.
Embora a língua seja considerada o caso paradigmático de sistema de signos, grande parte da pesquisa semiótica se concentrou na análise de domínios tão variados como a propaganda, o cinema e os mitos. A influência do conceito lingüístico central de estruturalismo, que é mais uma contribuição de Saussure, levou os semioticistas a tentar interpretações estruturalistas de um amplo leque de fenômenos.
Objetos de estudo, como um filme ou um ciclo de mitos são encarados como textos que comunicam significados, e esses significados assume-se que derivam da interação ordenada de elementos portadores de sentido, os signos, que estão eles mesmos encaixados num sistema estruturado, de maneira parcialmente análoga aos elementos portadores de significado em uma língua. Quando busca uma ênfase deliberada na natureza social dos sistemas de signos examinados, a semiótica tende a ser altamente crítica e abstrata e, vez por outra, parece demasiado filosófica, o que é um desafio intelectual instigante. Nos últimos anos, porém, os semioticistas se voltaram cada vez mais para o estudo da cultura popular, e o tratamento semiótico das novelas de televisão e da música pop são hoje um lugar comum.
1. aula: texto - Ciência da Informação - Perspectivas (baseado em artigo de Aldo Barreto)

Ciência da Informação
1ª CRISE
Volume de informação X tecnologia
SOLUÇÕES
Gerenciar e controlar
Priorizar uso
Divulgação seletiva
PROBLEMAS
Mediação do profissional
Tempo dependendo da unidade informacional
fluxo uni-direcionado
Crise atual
Dependência da tecnologia
Reorganização das atividades, sem percepção do contexto
Modelo tecnológico fechado
Passagem para a cultura eletrônica
Mudança de delimitação tempo e espaço
Interatividade e interconectividade
Transformações
INTERATIVIDADE
Acesso em tempo real à diferentes estoques
Múltiplas formas de interação usuário/informação
Relação usuário-tempo-informação
INTERCONECTIVIDADE
Deslocamento dos estoques
Usuário como mediador
Relação usuário-espaço-informação
Mudanças
Estrutura da Informação
desterritorização do texto
Fluxo da informação
fluxo entre estoques e usuários
Tecnologia de acesso X qualificação do acesso
Profissional da informação
Ciência da Informação - abordagens
Armazenamento
Gestão
disseminação da informação
tecnologia da informação
sistemas de informação
processos comunicacionais
campo de conhecimento que trata da informação científica e social
Ciência da Informação
"a ciência da informação é um campo dedicado às questões científicas e à prática profissional voltadas para os problemas de efetiva comunicação do conhecimento e de seus registros entre os seres humanos, no contexto social, institucional ou individual do uso e das necessidades de informação. No tratamento destas questões são consideradas de particular interesse as vantagens das modernas tecnologias informacionais". (Saracevic, 1996)
Ciência da Informação
Anos 90 - efetividade da comunicação do conhecimento e sua representação, uso e necessidade de informação e TI.
Sec. XXI – novo paradigma, mantém a interdisciplinaridade
"É sob essa ótica que se deve compreender a CI, na medida que – filha do século XX – se enquadra no novo paradigma no qual natureza-cultura-subjetivo-objetivo se misturam e se entrelaçam. (Orrico, 1999)
Ciência da Informação
1962 Conferência de Georgia – Armazenamento, recuperação e estudos de informação
Anos 70 – paradigma da RI, usuário e suas interações, sistematicidade aos conhecimentos produzidos, os processos de comunicação e sistemas de informação
Anos 80 - administração foi incluída
Ciência da Informação
“disciplina que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que governam seu fluxo, e os meio de processá-la para otimizar sua acessibilidade e uso. A CI está ligada ao corpo de conhecimentos relativos à origem, coleta, organização, armazenagem, recuperação, interpretação, transmissão, transformação e uso de informação... Ela tem tanto um componente de ciência pura, através de pesquisa dos fundamentos, sem atentar para sua aplicação, quanto um componente de ciência aplicada, ao desenvolver produtos e serviços." (Borko, 1968)
Ciência da Informação
" disciplina que surge de uma ´fertilização cruzada´ de idéias que incluem a velha arte da biblioteconomia, a nova arte da computação, as artes dos novos meios de comunicação e aquelas ciências como psicologia e lingüística que, em suas formas modernas, têm a ver diretamente com todos os problemas da comunicação – a transferência do conhecimento organizado". (Foskett, 1980)
1ª CRISE
Volume de informação X tecnologia
SOLUÇÕES
Gerenciar e controlar
Priorizar uso
Divulgação seletiva
PROBLEMAS
Mediação do profissional
Tempo dependendo da unidade informacional
fluxo uni-direcionado
Crise atual
Dependência da tecnologia
Reorganização das atividades, sem percepção do contexto
Modelo tecnológico fechado
Passagem para a cultura eletrônica
Mudança de delimitação tempo e espaço
Interatividade e interconectividade
Transformações
INTERATIVIDADE
Acesso em tempo real à diferentes estoques
Múltiplas formas de interação usuário/informação
Relação usuário-tempo-informação
INTERCONECTIVIDADE
Deslocamento dos estoques
Usuário como mediador
Relação usuário-espaço-informação
Mudanças
Estrutura da Informação
desterritorização do texto
Fluxo da informação
fluxo entre estoques e usuários
Tecnologia de acesso X qualificação do acesso
Profissional da informação
Ciência da Informação - abordagens
Armazenamento
Gestão
disseminação da informação
tecnologia da informação
sistemas de informação
processos comunicacionais
campo de conhecimento que trata da informação científica e social
Ciência da Informação
"a ciência da informação é um campo dedicado às questões científicas e à prática profissional voltadas para os problemas de efetiva comunicação do conhecimento e de seus registros entre os seres humanos, no contexto social, institucional ou individual do uso e das necessidades de informação. No tratamento destas questões são consideradas de particular interesse as vantagens das modernas tecnologias informacionais". (Saracevic, 1996)
Ciência da Informação
Anos 90 - efetividade da comunicação do conhecimento e sua representação, uso e necessidade de informação e TI.
Sec. XXI – novo paradigma, mantém a interdisciplinaridade
"É sob essa ótica que se deve compreender a CI, na medida que – filha do século XX – se enquadra no novo paradigma no qual natureza-cultura-subjetivo-objetivo se misturam e se entrelaçam. (Orrico, 1999)
Ciência da Informação
1962 Conferência de Georgia – Armazenamento, recuperação e estudos de informação
Anos 70 – paradigma da RI, usuário e suas interações, sistematicidade aos conhecimentos produzidos, os processos de comunicação e sistemas de informação
Anos 80 - administração foi incluída
Ciência da Informação
“disciplina que investiga as propriedades e o comportamento da informação, as forças que governam seu fluxo, e os meio de processá-la para otimizar sua acessibilidade e uso. A CI está ligada ao corpo de conhecimentos relativos à origem, coleta, organização, armazenagem, recuperação, interpretação, transmissão, transformação e uso de informação... Ela tem tanto um componente de ciência pura, através de pesquisa dos fundamentos, sem atentar para sua aplicação, quanto um componente de ciência aplicada, ao desenvolver produtos e serviços." (Borko, 1968)
Ciência da Informação
" disciplina que surge de uma ´fertilização cruzada´ de idéias que incluem a velha arte da biblioteconomia, a nova arte da computação, as artes dos novos meios de comunicação e aquelas ciências como psicologia e lingüística que, em suas formas modernas, têm a ver diretamente com todos os problemas da comunicação – a transferência do conhecimento organizado". (Foskett, 1980)
segunda-feira, setembro 12, 2005
Sinonímia, polissemia ...

Sinonímia
É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados iguais ou semelhantes - SINÔNIMOS.
Ex.: Cômico - engraçado
Débil - fraco, frágil
Distante - afastado, remoto
Antonímia
É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados diferentes, contrários - ANTÔNIMOS.
Ex.: Economizar - gastar
Bem - mal
Bom - ruim
Homonímia
É a relação entre duas ou mais palavras que, apesar de possuírem significados diferentes, possuem a mesma estrutura fonológica - HOMÔNIMOS.
As homônimas podem ser:
• Homógrafas heterofônicas ( ou homógrafas) - são as palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia.
Ex.: gosto ( substantivo) - gosto (1.ª pess.sing. pres. ind. - verbo gostar)
Conserto ( substantivo) - conserto (1.ª pess.sing. pres. ind. - verbo consertar)
• Homófonas heterográficas ( ou homófonas) - são as palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita.
Ex.: cela (substantivo) - sela ( verbo)
Cessão (substantivo) - sessão (substantivo)
Cerrar (verbo) - serrar ( verbo)
• Homófonas homográficas ( ou homônimos perfeitos) - são as palavras iguais na pronúncia e na escrita.
Ex.: cura (verbo) - cura ( substantivo)
Verão ( verbo) - verão ( substantivo)
Cedo ( verbo ) - cedo (advérbio)
Polissemia
É a propriedade que uma mesma palavra tem de apresentar vários significados.
Ex.: Ele ocupa um alto posto na empresa.
Abasteci meu carro no posto da esquina.
Os convites eram de graça.
Os fiéis agradecem a graça recebida.
Conotação e Denotação
Conotação é o uso da palavra com um significado diferente do original, criado pelo contexto.
Ex.: Você tem um coração de pedra.
Denotação é o uso da palavra com o seu sentido original.
Ex.: Pedra é um corpo duro e sólido, da natureza das rochas
http://www.saberportugues.hpg.ig.com.br/semantica.htm
Nem toda palavra é neutra, de uso geral, de significado único e preciso. Isso se deve à conotação. Vejamos algumas ocorrências relacionadas à conotação.
Termos referencialmente sinônimos mas não efetivamente sinônimos
Vamos considerar os termos 'música sertaneja' e 'música caipira'. Os dois termos apontam para o mesmo referente mas aparecem nos discursos em distribuição complementar, ou seja, nos contextos em que se usa um não se usa outro.
Isso se deve a impressões e opiniões agregadas a cada termo acerca do referente. Quando se usa 'música caipira', fica subentendido que a música é de má qualidade, de baixa índole, etc. Caso se use 'música sertaneja', subentende-se música de boa qualidade.
Palavras com referente mutável contexto a contexto, receptor a receptor
Vamos analisar a palavra 'burguês'. Para um historiador, o burguês é o morador do burgo que desencadeia a revolução industrial. Para um marxista, burguês é o explorador da sociedade. Para um adepto da contracultura, o burguês é o símbolo da decadência da sociedade de consumo. O referente é o mesmo para todos os emissores, mas cada um deles agrega à palavra diferentes impressões e opiniões.
Palavras ligadas a dados contextos
Certas palavras só são adequadas ou toleráveis em dadas situações, tipos de discurso, ocasiões. Exemplo: o chulo. Os termos considerados chulos só costumam aparecer em contextos informais, pois somente nesses contextos eles são tolerados. Para contextos formais existem equivalentes próprios.
A palavra é típica de um grupo, região, época ou estilo
Exemplos: gírias, regionalismos e jargões. Os termos que são marca de um grupo ficam impregnados das impressões e opiniões que a comunidade tem sobre ele. Se as gírias, via de regra, são execradas pela comunidade conservadora é porque a comunidade não aceita o grupo que as pratica e não por execração à gíria em si.
Conceito de conotação
As classes de palavras acima citadas têm características de uso próprias em função de opiniões e impressões a ela aderidas, seja dos usuários em relação ao referente que elas simbolizam ou dos usuários em relação ao subgrupo de usuários que as praticam. Este perfil é a conotação da palavra. Conotação é a resposta a perguntas como: é de uso geral ou restrito a contextos, situações, grupos, épocas, regiões? Que sentido ela assume em dado contexto, para dado grupo? Que juízos, impressões a ela se aderem em função de suas características de uso?
Toda vez que uma palavra conotada é usada em situação alheia ao seu perfil típico de uso o resultado é estranhamento, sensação por parte do receptor de uma inadequação, de que algo está errado no discurso.
Exercícios
1)Identifique os sinônimos:
Beijo
Bruxo
Cara
Cauteloso
Demônio
Diabo
Educador
Enganar
Face
Feiticeiro
Fisionomia
Gorjeta
Gratificação
Iludir
Mestre
Narinas
Ósculo
Professor
Prudente
Recompensa
Rosto
Tripas
Ventas
Vísceras
2)Identifique o significado da ocorrência das palavra romper e grave.
Rompeu a roupa no arame farpado.
Rompeu um segredo.
Romperam as músicas.
O senador rompeu com o governo.
A cavalaria romperá as hostes inimigas.
Doença grave
Voz grave
Vocábulo grave
Homem de aspecto grave
3)Relacione os antônimos entre si:
Abrir Anormal
Ceder Claro
Deslealdade Escuro
Fechar Feliz
Infeliz Lealdade
Leve Normal
Pesado Resistir
4) A palavra "agudo" com significado de "perspicaz" ocorre apenas em:
a.As paredes do quarto formavam um estranho ângulo agudo , revelando a construção precária, prestes a ruir.
b.Uma crise aguda dos rins levou-o a uma internação repentina na Santa Casa da cidade.
c.O raciocínio agudo de Carlos surpreendeu os conferencistas e tirou-lhes elogios!
d.É pequena, frágil, possui uma voz aguda que sempre perturba e incomoda os ouvintes.
e.Matou-a com a ponta aguda do punhal, assustando-se e deliciando-se a cada gota de sangue que tocava o chão.
5)Texto: "Quem sai aos seus não degenera." De acordo com o ditado popular:
a.Deixar os conhecidos não implica esquecê-los.
b. Sair da casa da família determina saudade constante.
c.Quem segue os pais, não se perde na vida.
d.Quem segue o caminho dos antepassados, não se arruína.
e.Quem caminha com os parentes, não se extravia.
6)Texto: A cozinha chinesa cria sobre a escassez. Ingredientes bons mas esparsos, ou abundantes mas pobres, precisam render e ficar saborosos. Daí molhos, combinações diferentes, temperos ousados e várias técnicas de cocção. (...) Armando Coelho Borges VejaSP , 10 de maio de 2000
No contexto, a palavra "cocção" seria adequadamente substituída por:
a. cozinha b. culinária c. facção d. cozimento e. misturas
É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados iguais ou semelhantes - SINÔNIMOS.
Ex.: Cômico - engraçado
Débil - fraco, frágil
Distante - afastado, remoto
Antonímia
É a relação que se estabelece entre duas palavras ou mais que apresentam significados diferentes, contrários - ANTÔNIMOS.
Ex.: Economizar - gastar
Bem - mal
Bom - ruim
Homonímia
É a relação entre duas ou mais palavras que, apesar de possuírem significados diferentes, possuem a mesma estrutura fonológica - HOMÔNIMOS.
As homônimas podem ser:
• Homógrafas heterofônicas ( ou homógrafas) - são as palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia.
Ex.: gosto ( substantivo) - gosto (1.ª pess.sing. pres. ind. - verbo gostar)
Conserto ( substantivo) - conserto (1.ª pess.sing. pres. ind. - verbo consertar)
• Homófonas heterográficas ( ou homófonas) - são as palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita.
Ex.: cela (substantivo) - sela ( verbo)
Cessão (substantivo) - sessão (substantivo)
Cerrar (verbo) - serrar ( verbo)
• Homófonas homográficas ( ou homônimos perfeitos) - são as palavras iguais na pronúncia e na escrita.
Ex.: cura (verbo) - cura ( substantivo)
Verão ( verbo) - verão ( substantivo)
Cedo ( verbo ) - cedo (advérbio)
Polissemia
É a propriedade que uma mesma palavra tem de apresentar vários significados.
Ex.: Ele ocupa um alto posto na empresa.
Abasteci meu carro no posto da esquina.
Os convites eram de graça.
Os fiéis agradecem a graça recebida.
Conotação e Denotação
Conotação é o uso da palavra com um significado diferente do original, criado pelo contexto.
Ex.: Você tem um coração de pedra.
Denotação é o uso da palavra com o seu sentido original.
Ex.: Pedra é um corpo duro e sólido, da natureza das rochas
http://www.saberportugues.hpg.ig.com.br/semantica.htm
Nem toda palavra é neutra, de uso geral, de significado único e preciso. Isso se deve à conotação. Vejamos algumas ocorrências relacionadas à conotação.
Termos referencialmente sinônimos mas não efetivamente sinônimos
Vamos considerar os termos 'música sertaneja' e 'música caipira'. Os dois termos apontam para o mesmo referente mas aparecem nos discursos em distribuição complementar, ou seja, nos contextos em que se usa um não se usa outro.
Isso se deve a impressões e opiniões agregadas a cada termo acerca do referente. Quando se usa 'música caipira', fica subentendido que a música é de má qualidade, de baixa índole, etc. Caso se use 'música sertaneja', subentende-se música de boa qualidade.
Palavras com referente mutável contexto a contexto, receptor a receptor
Vamos analisar a palavra 'burguês'. Para um historiador, o burguês é o morador do burgo que desencadeia a revolução industrial. Para um marxista, burguês é o explorador da sociedade. Para um adepto da contracultura, o burguês é o símbolo da decadência da sociedade de consumo. O referente é o mesmo para todos os emissores, mas cada um deles agrega à palavra diferentes impressões e opiniões.
Palavras ligadas a dados contextos
Certas palavras só são adequadas ou toleráveis em dadas situações, tipos de discurso, ocasiões. Exemplo: o chulo. Os termos considerados chulos só costumam aparecer em contextos informais, pois somente nesses contextos eles são tolerados. Para contextos formais existem equivalentes próprios.
A palavra é típica de um grupo, região, época ou estilo
Exemplos: gírias, regionalismos e jargões. Os termos que são marca de um grupo ficam impregnados das impressões e opiniões que a comunidade tem sobre ele. Se as gírias, via de regra, são execradas pela comunidade conservadora é porque a comunidade não aceita o grupo que as pratica e não por execração à gíria em si.
Conceito de conotação
As classes de palavras acima citadas têm características de uso próprias em função de opiniões e impressões a ela aderidas, seja dos usuários em relação ao referente que elas simbolizam ou dos usuários em relação ao subgrupo de usuários que as praticam. Este perfil é a conotação da palavra. Conotação é a resposta a perguntas como: é de uso geral ou restrito a contextos, situações, grupos, épocas, regiões? Que sentido ela assume em dado contexto, para dado grupo? Que juízos, impressões a ela se aderem em função de suas características de uso?
Toda vez que uma palavra conotada é usada em situação alheia ao seu perfil típico de uso o resultado é estranhamento, sensação por parte do receptor de uma inadequação, de que algo está errado no discurso.
Exercícios
1)Identifique os sinônimos:
Beijo
Bruxo
Cara
Cauteloso
Demônio
Diabo
Educador
Enganar
Face
Feiticeiro
Fisionomia
Gorjeta
Gratificação
Iludir
Mestre
Narinas
Ósculo
Professor
Prudente
Recompensa
Rosto
Tripas
Ventas
Vísceras
2)Identifique o significado da ocorrência das palavra romper e grave.
Rompeu a roupa no arame farpado.
Rompeu um segredo.
Romperam as músicas.
O senador rompeu com o governo.
A cavalaria romperá as hostes inimigas.
Doença grave
Voz grave
Vocábulo grave
Homem de aspecto grave
3)Relacione os antônimos entre si:
Abrir Anormal
Ceder Claro
Deslealdade Escuro
Fechar Feliz
Infeliz Lealdade
Leve Normal
Pesado Resistir
4) A palavra "agudo" com significado de "perspicaz" ocorre apenas em:
a.As paredes do quarto formavam um estranho ângulo agudo , revelando a construção precária, prestes a ruir.
b.Uma crise aguda dos rins levou-o a uma internação repentina na Santa Casa da cidade.
c.O raciocínio agudo de Carlos surpreendeu os conferencistas e tirou-lhes elogios!
d.É pequena, frágil, possui uma voz aguda que sempre perturba e incomoda os ouvintes.
e.Matou-a com a ponta aguda do punhal, assustando-se e deliciando-se a cada gota de sangue que tocava o chão.
5)Texto: "Quem sai aos seus não degenera." De acordo com o ditado popular:
a.Deixar os conhecidos não implica esquecê-los.
b. Sair da casa da família determina saudade constante.
c.Quem segue os pais, não se perde na vida.
d.Quem segue o caminho dos antepassados, não se arruína.
e.Quem caminha com os parentes, não se extravia.
6)Texto: A cozinha chinesa cria sobre a escassez. Ingredientes bons mas esparsos, ou abundantes mas pobres, precisam render e ficar saborosos. Daí molhos, combinações diferentes, temperos ousados e várias técnicas de cocção. (...) Armando Coelho Borges VejaSP , 10 de maio de 2000
No contexto, a palavra "cocção" seria adequadamente substituída por:
a. cozinha b. culinária c. facção d. cozimento e. misturas
segunda-feira, agosto 01, 2005
Bibliografia da disciplina
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARANOW, U. F. Perspectivas na contribuição da lingüística e de áreas afins à ciência da informação. Ciência da informação, Brasília, v.12, n. 1, p.23-35, 1983.
BIDERMAN, M. T. C. Teoria linguística. São Paulo: Martins Fontes, 2001. (Leitura e crítica). Cap. 2 e 3
BIDERMAN, M. T. C. As ciências do léxico. In: OLIVEIRA, A M.P.P, org; ISQUERDO, A N, org. As ciências do léxico: lexicologia, lexicografia e terminologia. 2. ed. Campo Grande, Ed. UFMS, 2001.
CINTRA, A. M. M. Elementos de lingüística para estudos de indexação. Ciência da informação, Brasília, v.12, n. 1, p.5-22, 1983.
TÁLAMO, M.F.G..M; KOBASHI, N.Y; LARA, M. L. G. Contribuição da terminologia para a elaboração de tesauros. Ciência da Informação, Brasília, v.21, n.3, p.197-200, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, M. A Lexicologia: aspectos estruturais, e semântico-sintáticos. In: Pais, C. T. et all. Manual de linguística. Petropolis: Vozes, 1979. p. 81-125.
BARBOSA, M.A. Dicionário, vocabulário, glossário: concepções. Cadernos de terminologia n.1, p.23-45.
BARRETO, A. Perspectivas da Ciência da Informação. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.21, n.2 p.155-166, 1997.
BOULANGER, J.C. Alguns componentes lingüísticos no ensino da terminologia. Ciência da informação, Brasília, v.24, n. 3, 1995.
CABRE, M.T. La terminología hoy: concepciones, tendencias y aplicaciones. Ciência da informação, Brasília, v.24, n. 3, 1995.
CAMARA JUNIOR, J. M. Dicionário de linguística aplicada. Petrópolis, 2001.
CINTRA, A.M; KOBASHI, N.Y; LARA, M. L. G. Para entender as linguagens documentárias. 2. Ed. São Paulo: POLIS, 2002. (Palavra-chave, 4)
DUBOIS, J. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1997.
KOBASHI, N.Y; SMIT, J. W; TÁLAMO, M.F.G..M. A função da terminologia na construção do objeto da Ciência da Informação. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, Brasília, v.2, n.2, abril 2001.
LIMA, G. A. B. Interfaces entre a ciência da informação e a ciência cognitiva. Ciência da informação, Brasília, v.32, n. 1, 2003.
LIMA, V. M. A. Terminologia, comunicação e representação documentária. São Paulo, 1998. (Dissertação de Mestrado apresentada a Escola de Comunicação e Artes da USP)
MENDONÇA, E. S. A lingüística e a ciência da informação: estudos de uma interseção. Ciência da informação, Brasília, v.29, n. 3, 2000. p.50-70.
OCLC. 2003 OCLC Environmental Scan: Pattern Recognition.
OCLC. Análise do cenário da OCLC em 2003: reconhecimento de padrões.
OLIVEIRA, A M.P.P, org; ISQUERDO, A N, org. As ciências do léxico: lexicologia, lexicografia e terminologia. 2. ed. Campo Grande, Ed. UFMS, 2001.
BARANOW, U. F. Perspectivas na contribuição da lingüística e de áreas afins à ciência da informação. Ciência da informação, Brasília, v.12, n. 1, p.23-35, 1983.
BIDERMAN, M. T. C. Teoria linguística. São Paulo: Martins Fontes, 2001. (Leitura e crítica). Cap. 2 e 3
BIDERMAN, M. T. C. As ciências do léxico. In: OLIVEIRA, A M.P.P, org; ISQUERDO, A N, org. As ciências do léxico: lexicologia, lexicografia e terminologia. 2. ed. Campo Grande, Ed. UFMS, 2001.
CINTRA, A. M. M. Elementos de lingüística para estudos de indexação. Ciência da informação, Brasília, v.12, n. 1, p.5-22, 1983.
TÁLAMO, M.F.G..M; KOBASHI, N.Y; LARA, M. L. G. Contribuição da terminologia para a elaboração de tesauros. Ciência da Informação, Brasília, v.21, n.3, p.197-200, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, M. A Lexicologia: aspectos estruturais, e semântico-sintáticos. In: Pais, C. T. et all. Manual de linguística. Petropolis: Vozes, 1979. p. 81-125.
BARBOSA, M.A. Dicionário, vocabulário, glossário: concepções. Cadernos de terminologia n.1, p.23-45.
BARRETO, A. Perspectivas da Ciência da Informação. Revista de Biblioteconomia de Brasília, Brasília, v.21, n.2 p.155-166, 1997.
BOULANGER, J.C. Alguns componentes lingüísticos no ensino da terminologia. Ciência da informação, Brasília, v.24, n. 3, 1995.
CABRE, M.T. La terminología hoy: concepciones, tendencias y aplicaciones. Ciência da informação, Brasília, v.24, n. 3, 1995.
CAMARA JUNIOR, J. M. Dicionário de linguística aplicada. Petrópolis, 2001.
CINTRA, A.M; KOBASHI, N.Y; LARA, M. L. G. Para entender as linguagens documentárias. 2. Ed. São Paulo: POLIS, 2002. (Palavra-chave, 4)
DUBOIS, J. Dicionário de linguística. São Paulo: Cultrix, 1997.
KOBASHI, N.Y; SMIT, J. W; TÁLAMO, M.F.G..M. A função da terminologia na construção do objeto da Ciência da Informação. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, Brasília, v.2, n.2, abril 2001.
LIMA, G. A. B. Interfaces entre a ciência da informação e a ciência cognitiva. Ciência da informação, Brasília, v.32, n. 1, 2003.
LIMA, V. M. A. Terminologia, comunicação e representação documentária. São Paulo, 1998. (Dissertação de Mestrado apresentada a Escola de Comunicação e Artes da USP)
MENDONÇA, E. S. A lingüística e a ciência da informação: estudos de uma interseção. Ciência da informação, Brasília, v.29, n. 3, 2000. p.50-70.
OCLC. 2003 OCLC Environmental Scan: Pattern Recognition.
OCLC. Análise do cenário da OCLC em 2003: reconhecimento de padrões.
OLIVEIRA, A M.P.P, org; ISQUERDO, A N, org. As ciências do léxico: lexicologia, lexicografia e terminologia. 2. ed. Campo Grande, Ed. UFMS, 2001.
segunda-feira, julho 18, 2005
Alguns textos de linguística para complementação de conhecimentos

Os textos abaixo abordam temas que serão abordados nas aulas.
Aubert, Francis Henrik. As variedades de empréstimos. DELTA, 2003, vol.19, no.spe, p.27-42. ISSN 0102-4450
Na tradução de termos culturalmente marcados, um procedimento freqüente é o empréstimo, que remete ao co-texto ou a outros recursos a depreensão do sentido. Aparentemente, o empréstimo constituiria o procedimento mais simples, representando uma espécie de nível zero de interferência da operação tradutória. Um exame detalhado de um corpus de traduções do português brasileiro para o inglês americano sugere, no entanto, que o uso do empréstimo pode ser bastante complexo, envolvendo um conjunto de decisões tradutórias bastante distantes do nível zero do ato tradutório.
Cantos Gómez, Pascual. Do we need statistics when we have linguistics?. DELTA, 2002, vol.18, no.2, p.233-271. ISSN 0102-4450
A estatística é conhecida por ser uma abordagem quantitativa de pesquisa. No entanto, a maioria da pesquisa feita nos campos da linguagem e da lingüística é de natureza diferente, qual seja, qualitativa. De modo sucinto, a análise qualitativa difere da quantitativa pelo fato de a primeira não é feita tentativa de atribuir freqüências, porcentagens e outros atributos semelhantes, às características lingüísticas encontradas ou identificadas nos dados. Na pesquisa quantitativa, as características lingüísticas são classificadas e contadas, e modelos estatísticos mais complexos ainda são construídos a fim de explicar os fatos observados. Na pesquisa qualitativa, contudo, usamos os dados apenas para identificar e descrever características da linguagem em uso e para fornecer exemplos / ocorrências reais de um fenômeno particular. Neste trabalho, tentaremos mostrar como métodos quantitativos e técnicas estatísticas podem suplementar análises qualitativas da linguagem. Nós tentaremos apresentar alguns métodos quantitativos que são de grande valor para trabalhar empiricamente com textos e com corpora, ilustrando diversas questões com vários exemplos, passando das técnicas mais básicas de descrição (contagem de freqüência e porcentagens) para técnicas de tomada de decisão (qui-quadrado e z-score) e para modelos lingüístico-estatísticos mais sofisticados (fórmulas de Forma-Ocorrência / Lema-Ocorrência / e Lema-Forma, análise de cluster e discriminant function analysis.)
SARDINHA, Tony Berber. Lingüística de Corpus: histórico e problemática. DELTA, 2000, vol.16, no.2, p.323-367. ISSN 0102-4450
O presente trabalho oferece uma retrospectiva da Lingüística de Corpus, uma área de pesquisa que tem experimentado um crescimento vertiginoso nos últimos anos e que tem tido um impacto considerável na lingüística. A retrospectiva inclui tanto um painel histórico quanto um posicionamento em relação aos debates correntes e desenvolvimentos futuros da área. Os conceitos principais em voga na área são apresentados e discutidos. O trabalho ainda comenta os fatos mais marcantes na Lingüística de Corpus em relação à teoria e à prática, elencando os principais corpora em existência bem como as mais importantes contribuições no campo de programas de computador para análise e exploração desses corpora.
Aubert, Francis Henrik. As variedades de empréstimos. DELTA, 2003, vol.19, no.spe, p.27-42. ISSN 0102-4450
Na tradução de termos culturalmente marcados, um procedimento freqüente é o empréstimo, que remete ao co-texto ou a outros recursos a depreensão do sentido. Aparentemente, o empréstimo constituiria o procedimento mais simples, representando uma espécie de nível zero de interferência da operação tradutória. Um exame detalhado de um corpus de traduções do português brasileiro para o inglês americano sugere, no entanto, que o uso do empréstimo pode ser bastante complexo, envolvendo um conjunto de decisões tradutórias bastante distantes do nível zero do ato tradutório.
Cantos Gómez, Pascual. Do we need statistics when we have linguistics?. DELTA, 2002, vol.18, no.2, p.233-271. ISSN 0102-4450
A estatística é conhecida por ser uma abordagem quantitativa de pesquisa. No entanto, a maioria da pesquisa feita nos campos da linguagem e da lingüística é de natureza diferente, qual seja, qualitativa. De modo sucinto, a análise qualitativa difere da quantitativa pelo fato de a primeira não é feita tentativa de atribuir freqüências, porcentagens e outros atributos semelhantes, às características lingüísticas encontradas ou identificadas nos dados. Na pesquisa quantitativa, as características lingüísticas são classificadas e contadas, e modelos estatísticos mais complexos ainda são construídos a fim de explicar os fatos observados. Na pesquisa qualitativa, contudo, usamos os dados apenas para identificar e descrever características da linguagem em uso e para fornecer exemplos / ocorrências reais de um fenômeno particular. Neste trabalho, tentaremos mostrar como métodos quantitativos e técnicas estatísticas podem suplementar análises qualitativas da linguagem. Nós tentaremos apresentar alguns métodos quantitativos que são de grande valor para trabalhar empiricamente com textos e com corpora, ilustrando diversas questões com vários exemplos, passando das técnicas mais básicas de descrição (contagem de freqüência e porcentagens) para técnicas de tomada de decisão (qui-quadrado e z-score) e para modelos lingüístico-estatísticos mais sofisticados (fórmulas de Forma-Ocorrência / Lema-Ocorrência / e Lema-Forma, análise de cluster e discriminant function analysis.)
SARDINHA, Tony Berber. Lingüística de Corpus: histórico e problemática. DELTA, 2000, vol.16, no.2, p.323-367. ISSN 0102-4450
O presente trabalho oferece uma retrospectiva da Lingüística de Corpus, uma área de pesquisa que tem experimentado um crescimento vertiginoso nos últimos anos e que tem tido um impacto considerável na lingüística. A retrospectiva inclui tanto um painel histórico quanto um posicionamento em relação aos debates correntes e desenvolvimentos futuros da área. Os conceitos principais em voga na área são apresentados e discutidos. O trabalho ainda comenta os fatos mais marcantes na Lingüística de Corpus em relação à teoria e à prática, elencando os principais corpora em existência bem como as mais importantes contribuições no campo de programas de computador para análise e exploração desses corpora.
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